sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Cortinas estão em alta e marcam presença na CASA COR Brasília 2015

Confira cinco ambientes da CASA COR Brasília que apostaram em diversos modelos de cortinas para compor um espaço funcional e aconchegante

As cortinas em tecidos marcam presença na CASA COR Brasília 2015. Elas vêm de forma decorativa e funcional, e levam os tecidos leves e clássicos, para livings, salas, quartos e até escritórios.


Studio do jornalista por Barbara Paiva


Sob o olhar do outro por André Alf


Refúgio do design brasileiro por Larissa Dias


Living do colecionador por Silvana Andrade


No Quarto do Rapaz assinado por Letícia Hammerschmidt,uma cortina cinza compõe em uma proposta moderna, com estilo industrial e que remete aos lofts londrinos e nova iorquinos.De acordo com a profissional, as cortinas em tecido levam aconchego e, por isso, deixam os ambientes mais aconchegantes e confortáveis. Letícia destaca ainda que a composição cortina e persiana também está em alta e é capaz de deixar o ambiente, além de funcional, ainda mais elegante. “Quando integramos essas duas soluções, devemos usar as cortinas como chales, nos cantos das janelas e com a persiana no meio”.

Fonte:http://casa.abril.com.br/materia/cortinas-estao-em-alta-e-exploradas-em-diversos-ambientes-da-casa-cor-brasilia

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Você Gosta Do Estilo Shabby Chic?

Nos últimos anos a tendência Shabby Chic tem ganhado cada vez mais atenção e espaço dentro das casas. O encanto desse estilo é dar vida à espaços com peças de decoração com aparência desgastada.

Não se deixe levar pelo nome shabby (essa palavra em português quer dizer surrado, velho, usado, desgastado). O Shabby Chic é justamente isso: a combinação do velho e desgastado que resulta em uma frugalidade de gosto refinado.


Esse estilo vem deslumbrando por suas composições simples e ao mesmo tempo românticas. A mescla de elementos decorativos da era vintage que forma o Shabby Chic originou-se na Inglaterra. A melhor descrição para esse conceito é um estilo inglês romântico, composto por peças usadas, desgastas e até enferrujadas.


Se você ainda não está familiarizado com esse estilo, provavelmente deve estar se perguntando: como uma mistura de quinquilharias pode dar um toque super romântico e agradável a qualquer ambiente? Difícil de imaginar?


Aqui há uma seleção de algumas ideias que captam exatamente a essência do Shabby Chic para você ver e aprender a criar uma atmosfera elegante com peças e objetos velhos sem precisar fazer muito esforço.


1. As cores neutras e tons pastéis


Deixe a parede branca, não subestime a simplicidade desse estilo! Eu sei que paredes brancas podem parecer frias, mas as demais peças vão quebrar o gelo e deixar o ambiente sereno e ao mesmo tempo romântico.


Os tons bege e branco são as cores que normalmente compõem a atmosfera neutra e serena do shabby chic. Esses tons oferecem clareza e pureza e até um ar de inocência aos espaços que seguem a linha shabby chic.


As demais cores como tons pastel e outros também são características desse estilo, eles são atribuídos devido a sua suavidade e delicadeza. Você também pode ousar e mudar a paleta de cores de acordo com o seu gosto pessoal.


2. Decorando com antiguidades


Não jogue objetos decoração fora. Lembra aquelas louças que você herdou dos seus avós? Então: elas são perfeitas para o Shabby Chic. Porém não abuse - esse estilo preserva peças antigas sem causar poluição visual.


Agora, se você é daquelas que adora jogar fora peças e objetos inutilizados, está na hora de visitar brechós e mercados de pulgas, eles estão super em alta no momento!


Os ornamentos e peças decorativas que derivam desse estilo possuem um caráter vintage. Caixas de música, velas com cores suaves, porta jóias de louça ou de madeira e flores, como rosas, peônias ou flores silvestres. Espelhos com molduras em estilo barroco, em cores com patina ou pintados, candelabros e porta retratos também nesse segmento fazem parte do composto de objetos que formam o Shabby Chic.


3. Reaproveite móveis desgastados


É, fica difícil imaginar como móveis com aparência realmente deteriorada podem ficar bem em qualquer lugar que não seja o ferro velho, mas esse composto destemido prova que até aquelas peças que você estava pronta para jogar fora ainda possuem um grande valor - tudo depende do ponto de vista!


O mobiliário Shabby Chic é bem diverso e tem peças em ferro e madeira. Camas e outras peças vintages feitas de materiais como ferro ou de madeira podem ter pintura falhada e desgastada, pois estas são justamente as características favoritas nesse estilo. A patina em madeira rústica com aspecto envelhecido também é outro forte marco.


4. Detalhes têxteis


Esqueça linhas retas e figuras e texturas geométricas! O Shabby Chic reflete a beleza barroca de forma forma delicada, sempre priorizando conforto! Abuse de almofadas e mantas, esse estilo busca atmosfera acolhedora com tecidos macios ao toque.


Sofás e poltronas são normalmente cobertos com capa de linho em branco, bege ou areia, porém também podem ser coloridos, como se vê na imagem acima. Os artigos têxteis que formam o Shabby Chic possuem estampas predominantemente floridas em cores suaves e delicadas. Os tecidos para cortinas geralmente são leves e transparentes como o tule ou a seda.


Para tapetes a preferência é pequenos tapete de pele de ovelha em cor branca ou em algodão. 


5. Mãos à obra


Sabe aqueles pequenos projetos caseiros de decoração que são super fáceis e contam com milhões de tutorais no YouTube? Então, o Shabby Chic é repleto de projetos Faça você Mesmo (Do It Yourself) ou DIY.



















O Shabby chic é isso, o resgate do antigo, do nostálgico, do romântico, do aconchegante, do clássico. O mais interessante desse estilo é que, além de ser sustentável, ele não se compra, se constrói. O chic mesmo é ser original.
Para compor, vale procurar brechós, antiquários e a casa da vovó e garimpar espelhos, tecidos, bandejas, lustres, abajures, coleções de bonequinhas, etc. As possibilidades são infinitas, dentro da personalidade de cada um. Além disso, todos os cômodos da casa podem ter esse estilo: cozinha, lavabo, sala, quarto, escritório, varanda… Você pode ter vários cantinhos no estilo Shabby chic.
São combinações de ideias com saídas românticas, simples e harmoniosas que dão um ar inocente e puro à qualquer espaço, seja, no quarto, na cozinha ou na sala de estar.

Molduras de quadro vazios, ornamentos artesanais com madeira rústica, xícaras e bule de louças inglesas pintadas à mão em estilo vintage, vasos para flores, garrafas de vidro para leite e bandejas de prata estão na lista de objetos que pertencem à esse estilo.


Essa e muitas outras são pequenas ideias formam a atmosfera Shabby e ao mesmo tempo Chic. Esse conceito com aspecto doce e descontraído saiu das residências de campo na Inglaterra e tem ganhado cada vez mais notoriedade no cenário da decoração de interiores.


E então... agora você está pronto para se render ao charme do Shabby Chic!






Fonte:Egger's Einrichten / homify.com.br


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Ideias para decorar apartamentos alugados

Quem mora em apartamento alugado sabe que há uma série de burocracias para alterar a estrutura do imóvel: é preciso ter a autorização do condomínio, do síndico e, em muitos casos, até do dono. Para facilitar a vida de quem aluga um apê e quer redecorá-lo, selecionamos algumas dicas para quem quer reformar sem quebra-quebra!



                                      






















FONTE:http://casa.abril.com.br/materia/ideias-para-redecorar-apartamentos-alugados


                        AS CORES E A SUA INFLUÊNCIA NA DECORAÇÃO


Vivemos em um mundo colorido. E, mesmo que a gente mal repare, as cores tingem nosso campo de visão e invadem o cérebro, influenciando-o para o bem ou para o mal, quer você queira, quer não - e os matizes carregam personalidade própria. Por isso, é tão importante prestarmos atenção na hora de definir as cores na decoração, seja a pintura de uma parede, escolher o tom do novo sofá ou saber equilibrar corretamente o contraste cromático em um ambiente.
Os olhos interpretam a energia luminosa (a que vem do sol) como cor. Mas cada uma das sete tonalidades do arco-íris é, na realidade, uma onda energética de tamanho diferente. A vermelha é a mais comprida; a violeta, que fica no outro extremo da escala de cores, a mais curta. Entre elas estão laranja, amarelo, verde, azul-claro e azul profundo.
Explorar essa ação cromática é uma missão para especialistas em marketing, semiótica (a ciência dos símbolos) ou arquitetura. O crédito das cores, porém, nunca está destacado do seu contexto. Isso interfere enormemente na percepção visual. "E é um dos maiores motivos pelos quais é muito difícil afirmar que tal cor é melhor ou pior para determinada coisa", esclarece a neurocientista Claudia Feitosa-Santana em entrevista à revista Saúde. A pesquisadora se refere principalmente às experiências que podem alterar a percepção da cor, por exemplo, se você morava numa casa laranja e foi muito infeliz lá, pode ser que não queira usar esse tom na sua roupa.

















Gostar dessa ou daquela cor é questão de preferência pessoal. Mas usá-las - na decoração ou como tratamento, com banhos de luz - pode ter implicações no humor e na saúde. Pelo menos é o que acreditam os cromoterapeutas. "Uma cor pode afetar você de forma positiva ou negativa", diz Walter da Costa, consultor em Biopsicoenergética (ciência que estuda terapias alternativas), de São Paulo, em reportagem publicada em Elle.
Mas não é preciso ser ligada em modismos, nem levar a menor fé nos resultados benéficos da cromoterapia, para dar um realce em casa. As cores podem ser funcionais e criar bons efeitos, se usadas de forma correta. Afinal de contas, trata-se de criar um clima.
Para ampliar um ambiente, por exemplo, a decoradora paulistana Nesa César recomenda cores claras, o amarelo ou o azul. Laranja e vermelho, segundo ela, são indicadas para dar a sensação de aconchego, enquanto as cores mais escuras, como verde-garrafa, servem para reduzir um espaço que pareça amplo demais. Para todos os casos, uma dica universal: prefira a tinta fosca, que não revela as imperfeições da parede.
Mas sair pintando paredes deixa a maioria das pessoas com medo de errar. Quem não se sente à vontade para fazer a escolha intuitiva recomendada por gente tarimbada como Nesa César pode procurar conhecer melhor as tendências mundiais. Regra que vale em qualquer lugar: a menos que odeie amarelo, essa é uma cor que não tem erro. Nos últimos ano, nada menos de 60% dos habitantes dos países do Mercosul costumam usá-la. A descoberta foi feita pelo Comitê Brasileiro de Cores (CBC), criado em 1993 por indústrias interessadas em analisar o emprego das cores na decoração.

FONTE:http://mdemulher.abril.com.br/familia/claudia/cromoterapia-como-cores-influenciam-na-decoracao-da-casa